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| O jundiaiense comemora e exalta sua memória assim: enterrando e destruindo o que pode pela coisa moderna! Esta foi a histórica Telecelagem São Bento! |
Das noites curtas
Baladas breves
Sobre a hora que fecham
E brevemente fervem
Ah jundiaiense!
Do sobrenome pomposo
Viagens surreais
Do vinho vistoso
Mas não paga escola, imposto
Ah jundiaiense!
Que belo é seu carro
Em academias desfilar
Mais vale ser visto
Do que ter algo a falar
Ah jundiaiense!
Nobre fidalgo
No seu trono a bocejar
Como o sapo do poço
Nunca viu o mar
Ah jundiaiense!
varzinos são bandidos
Jardim Estádio, favelados
Você atrás das grades
Com medo do fantasma armado
Ah jundiaiense!
Japi é sua serra
Do trem de ferro que surgia
A grandeza da tua terra
Não foi da noite pro dia
Ah jundiaiense!
vida longa a Jundiaí
Mas aquele que emporcalha
Cada palmo desse chão
Nasce de penca por aqui!

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