sábado, 4 de fevereiro de 2012

Ah Jundiaiense!


O jundiaiense comemora e exalta sua memória assim:
enterrando e destruindo o que pode pela coisa moderna!
Esta foi a histórica Telecelagem São Bento!
 Ah jundiaiense!
Das noites curtas
Baladas breves
Sobre a hora que fecham
E brevemente fervem

Ah jundiaiense!
Do sobrenome pomposo
Viagens surreais
Do vinho vistoso
Mas não paga escola, imposto

Ah jundiaiense!
Que belo é seu carro
Em academias desfilar
Mais vale ser visto
Do que ter algo a falar

Ah jundiaiense!
Nobre fidalgo
No seu trono a bocejar
Como o sapo do poço
Nunca viu o mar

Ah jundiaiense!
varzinos são bandidos
Jardim Estádio, favelados
Você atrás das grades
Com medo do fantasma armado

Ah jundiaiense!
Japi é sua serra
Do trem de ferro que surgia
A grandeza da tua terra
Não foi da noite pro dia

Ah jundiaiense!
vida longa a Jundiaí
Mas aquele que emporcalha
Cada palmo desse chão
Nasce de penca por aqui!

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