sábado, 17 de janeiro de 2015

Cocaína, Indonésia, Brasil e uma árvore!

Monotemas! Monotemas!!!! Que lama! Redes sociais continuam sendo usadas como privada intelectual da galera!!!! Pqppqpqpqpqpqpqpqp a bola (ou seria carreira) da vez são brasileiros que perderão a vida por ter cometido um crime que (pasmando aqui mano!) cheguei a ler que era um crime sem vitima! ...!!!!?....! Ouchhhh! Só Deus (falar Deus pode? Vou ganhar um tiro na cabeça?) alias, se fossem piadas de judeus na Charlie Hebdo, seriam eles nazistas? Que mundo hipócrita! Existem coisas simples e fáceis de se entenderem: REGRAS. "Mas eu sou rebelde! Esse mundo é um saco! Todo errado... Paiêeeeeeeee, paga um picolé para mim?". Você é o autentico rebelde de butique, amigão! Vendo por outro lado, regras e leis são escritas por homens, que logo por serem humanos, erram, né não? Então questionemos sim! Thoreau era um mestre! Googla lá! Gandhi também (e você vai dizer que o livro era melhor que o filme kkkkkkk), mas defender alguém que levou a foice branca da desgraça para Asia. Demais né? Isso é uma coisa. Ele assumiu o risco e rodou. Nunca vi ninguém aqui chamando os EUA de idade media!!! Ninguém!

Agora, JP meu amigo, entendi! Você é a favor da pena de morte? NÃOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO

Como já dizia na Bíblia (maiúsculo, por favor heim?), aprenda a separar o joio do trigo. Falamos sobre o risco que alguém assumiu ao traficar cocaína em um país que tem pena de morte para isso. Uma coisa, ok? Guarda isso, segura do seu lado. Agora vamos lá: pena de morte! Sou contra! Quem é pai, mãe, tio, primo, etc sabe que a vida é sagrada. Ponto final. Fez caca? Deve sim pagar, mas com a morte? Acho um desperdício. Pegamos o potencial vital que literalmente não dá em árvore e jogamos no lixo. Pagar de outras formas: cárcere, trabalhos diversos dentro do cárcere, liberdade perdida... acho já um preço altíssimo a se pagar e já cumpre o propósito de servir de exemplo para quem pensa em fazer a mesma coisa. Bem vindos à vida em sociedade! Ela precisa de regras para existir. Eu adoro fazer um monte de coisa, tocar guitarra ou baixo bem alto por exemplo. Mas não faço isso às 4h da manhã dentro do seu quarto. O bicho ia pegar né? Questionar se algumas regras estão certas ou não, é o caminho que a humanidade ou esse amontoado de gente vivendo junto vem tentando a milhares de anos. Se você acha que é anarquista e que não devem existir regras, leia Bakunin (googla o cara, porque não sei se existe o filme para você ver e dizer que o livro é melhor! hahahaha). O pai do anarquismo cita REGRAS para que um amontoado de gente sem poder centralizado possa existir como sociedade, usufruir de seus benefícios, etc. Se você discorda, arruma uma árvore e chama de sua.

"Voltano" ao assunto - no melhor gerúnio - sobre os brasileiros na fila de execução na Indonésia. Pedir clemência pela vida deles é começar a resolver o quebra-cabeça com as peças do meio. Não faz sentido algum. Comecemos pelas beiradas.
Questionável (e muito) é a pena de morte. Mas os 2 caboclos, sabendo ou não disso, assumiram o risco de cometer um crime dentro de uma realidade existente. Fizeram caca. Se enquadraram na pena de morte. Dentro desse contexto, pedir clemência sobre eles é exportar nosso hábito mais funesto: IMPUNIDADE. Você começa a desmontar qualquer tipo de moral para com as instituições que controlam o bem estar de uma comunidade quando regras possuem exceções.

Imagina se isso ocorre no Brasil????? Pessoas com crimes mais do que comprovados não pagarem por eles???? HAHAHAHAHAHAHAHAHAHHA... IMAGINA ONDE A GENTE CHEGARIA? QUE CAOS E DESCASO SERIAM DESENCADEADOS? HAHAHAHAHAHA... OPA, BURRINHO, CHEGAMOS!

Tirar os brasileiros da regra vigente de lá (e que eu não concordo outra vez, anotou aí?) trará malefícios à Indonésia.

Infelizmente temos que nos conformar a execução dos 2 brasileiros, como quando vemos entes nosso queridos no leito de morte já desenganados... uma das piores sensações que eu já senti na vida, o eterno esperar pelo fim. De algum jeito funesto e horroroso, a Indonésia parece ser mais séria que o Brasil.

terça-feira, 28 de outubro de 2014

Rapidinha: Republica Caipira do JP

Vou te falar que está mais legal ver o Brasil peleando por qualquer tema político do que na mesmice paralítica do que era. O famoso "tenho nojinho de política!"
E como eu sou um cara da moda, que se preocupa muito em estar antenado (antenar - estar na moda, entenderam owww geração dos anos 90?), decidi aderir a essa onda separatista! Já que estão querendo separar o sul do resto do país, SP do resto do país ou ainda construir um lago hidrelétrico em MG, tudo por divergências sócio-político-cultural-ideológico, resolvi gritar na minha sacada aqui para todo mundo ouvir que eu me separei do resto do Brasil pelos (quase) mesmos motivos!

Não faço mais parte do Brasil, desculpem aí! Esse amontoado de gente e cultura que na maioria das vezes divergem dos meus pensamentos, posições morais e ideológicas. Agora faço parte da recém-criada Republica Caipira do JP!
Eu assumi o poder por meio de um gole de estado embriagado com cerveja escura no meio da minha sala, uhummm cof cof... agora transformado em gabinete governamental do estado de exceção! Já que uma situação tão radical merece toda a pompa! Rá!

Meu primeiro decreto é a outorgamento de uma constituição da Republica Caipira do JP:
1) Eu, JP, terei sempre a última palavra em minhas dependências: frases como "sim senhora", "entendido amor" e "ok, eu troco a fralda" serão consideradas como palavras finais dentro das fronteiras da republica!
2) Religião: se você faz o bem para minha família, está salvo! Discos de vinil são considerados divinos: Todo e qualquer estrangeiro deve fazer reverência a eles na minha sala!
3) É terminantemente proibido o consumo e tráfico de drogas na dita república: funk, pagodinho, axé, refrigerante, livros de auto-ajuda, livros com histórias de carreira profissional de sucesso, the voice, a fazenda, bbb, Jorge Vercilo, artefatos da saga Crepúsculo, chickenitos ou toda e qualquer mercadoria de qualidade duvidosa aos olhos da evolução cultural e humana segundo meu entendimento, já que eu sou o ditador aqui!
4) Djavan só se minha esposa quiser escutar mas, por favor, sem minha presença rsrsrsrsrs
5) Emenda constitucional de 31 de agosto de 2013: a princesa Maju (pqp, já criei uma monarquia com uma emenda, maldita herança colonizatória) pode botar todas essas regras abaixo se abrir um sorriso!
6) A língua oficial é o caipira: "R's" puxados, ausência do plural e troca do "L" pelo "R" são fundamentais para o correto entendimento dentro da Republica, bem como a manutenção histórico-cultural da recém-criada republica
7) Intolerância a qualquer tipo de crença ou raça são permitidas... do lado de fora da republica!
8) Se eu estou no meu quarto lendo, não me perturbe pelo amor de Deus!
9) Roubou algo de dentro da Republica? Devolva e nunca mais pise aqui
10) Cheguei no ponto 10 e acabaram minhas idéias: encerro aqui!

A emancipação sócio-político-cultural-ideológico garantirão que meu pensamento, esquisitices e peculiaridade sejam preservadas do resto da nação brasileira, simples né? Assim ninguém me chamará mais de estranho, esquisito, loko ou alternativo. Sigo minha vida do meu jeito, longe de tudo que me é diferente! É quase como a máxima do povo que me colonizou (malditos brasileiros!!!): "se o brasileiro pega a mulher transando com outro no sofá, ele se livra do sofá"!

Assim fica fácil para caramba. Resolvi meus problemas e você? Resolveu os seus?

sexta-feira, 24 de outubro de 2014

Dedo no olho vale, Arnaldo?


Estou cansadão, manja? Ando trabalhando muito nesses últimos meses e não vejo a hora de tirar minhas inéditas e mais que merecidas 4 semanas de férias! Nunca nesta industria vital isso tinha acontecido. Dá-lhe ler algo sobre viagens (apesar de que na atual conjuntura isso não vai passar do esquema frango-de-padaria-tv-de-cachorro, só olhando a vitrine! hahaha), você sabia que na Islândia é possível mergulhar entre 2 placas tectônicas? Pois é! Lembra aquela aula de geografia que você dormiu? Pois é de novo! Se não tivesse dormido pensaria que as placas tectônicas estão há milhares de metros abaixo da terra ou do nível do oceano e nunca seria possível observá-las a olho nu, com óculos ou lente de contato! Porém, contudo, todavia na Islândia é possível ver 2 delas apenas há 25 metros de profundidade em um lago! Doido né? E elas se afastam incríveis 2,5 cm por ano! Mais doido ainda!

Mais doido ainda é o desvio e afastamento de 2 massas de pessoas, chamadas pelos peritos (não mais geógrafos), de eleitores! Esse país se vê num racha 50/50 entre pessoas do candidato X e candidata Y. Não é religião, futebol ou putaria! O brasileiro arregaçou as mangas, afiou o cutelo e saiu ferozmente pelas redes sociais anunciando seu amor pelo seu candidato, ou melhor, denunciando o lado podre do oponente, desenterrando vídeos e fotos deles em constrangimento, enfiando o dedo no olho e chutando as partes baixas! Todo tipo de baixaria, em que num octógono seria um ponto para o oponente, aqui vale-tudo!

Virou uma porradaria coletiva até que interessante para um país onde os padrões de patriotismo são meramente esportivos. Como diriam os Mamonas Assassinas, mais vale 1 na mão do que 2 no sutiã! Para uma pedra que estava parada, uma placa tectônica de 2,5 cm/ano é bem veloz! Mas não sei não, minha impressão aqui é que o lado tomado como bandeira vira quase como um padrão de conduta moral, ética, como se for o dono do maior bem do mundo! O outro lado é o mais funesto exemplo de mediocridade, corrupção e mal no melhor estilo hittleriano-sauroniano. Tem até correntes paralelas de pesquisa... eu já li que os 2 candidatos abriram 10 pontos! hahahhahahahahaha Eu, no rodapé dos meus 32 anos, nunca vi um país tão dividido e tão irracional.
Mas aí, vem a boa ducha de água fria da realidade. Se você for de São Paulo, não tome essa ducha!

Olha a água! Olha a (falta d')água! Tome um balde de terra gelada na cabeça: os maiores patrocinadores de ambas as campanhas são os mesmos (valeu Marçal pela informação): mesmas construtoras, bancos privados, etc.

E de novo, você achando que pode virar o leme desse país... no máximo você pode optar por uma menor quantidade de riscos para sua realidade, nada além disso!

E eu? Que que eu penso? Eu quero continuar pensando livremente, tendo esse e outros blogs, escrevendo minha música, sem que um dia meu pensamento se torne proibido.
Quando isso ocorrer, vou atrás de um asilo. Se demorar muito, asilo para idosos, se for de imediato: político!